segunda-feira, 24 de dezembro de 2018
domingo, 16 de dezembro de 2018
terça-feira, 30 de outubro de 2018
COMUNICADO
A Diretoria do Núcleo Sindical de Nísia Floresta- SINTE/RN, juntamente com sua assessoria jurídica e a Comissão Eleitoral eleita na última assembleia realizada no dia 25 de outubro do corrente ano, COMUNICA a todos e todas sócios/as, desta Entidade que em consonância com Estatuto do SINTE/RN e em cumprimento o que regi o artigo 93, capítulo I, título V, em observância aos prazos legais para a realização do pleito. Com isto, analisando as datas e prazos este fere o princípio da legalidade. Levando também em consideração o calendário letivo/2018, deste município não há condição de realizarmos o pleito eleitoral este ano de 2018, ficando, assim, o pleito prejudicado em razão de nas Unidades de Ensino do município no período os trabalhadores e trabalhadoras em Educação já se encontrarem de Férias no momento da Eleição.
Desse modo, pedimos encarecidamente a compreensão e colaboração de todos/as. Desde já nos comprometemos em lançar o edital na primeira quinzena de janeiro/2019, com realização do referido pleito no início do ano letivo, ou seja, no mês de março do mesmo ano.
Agradecemos pelo apoio e nos colocamos à disposição para quaisquer esclarecimentos em relação ao fato.
A Coordenação Geral do Núcleo de Nísia Floresta-SINTE/RN
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Professor: sinônimo de educador e construtor da liberdade.
Para refletirmos um pouco sobre nós, professores, recordo-me de uma singela poetisa mineira, Cora Coralina, que disse “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”. Escolhi-a porque o atual momento em que vivemos redobra a nossa responsabilidade de, não diria transferir, mas construir o conhecimento pautado pela ética e pela verdade. Mais que nunca, lembremos que somos eternos aprendizes e eternos alunos.
Com isso não estou dizendo que os professores de outrora não tivessem esse perfil, mas pelo fato de hoje ele se encontrar afogando-se em caudalosas falsas verdades, tendo ao seu lado um dos mais poderosos (e perigosos) instrumentos de informação: o computador e o aparelho de celular. Hoje, todos nós, educadores, dividimos o nosso estado de professor, com eles. Isso é bom. Isso é ruim. Temos um rival que precisa ser transformado em parceiro. Do contrário, nossas crianças, nossos jovens e adolescentes se perderão. Talvez nunca a imagem do professor fosse tão importante na nossa história.
Ao professor não está implícito ser o máximo, mas ser um profundo estudioso e observador. A grande necessidade do momento é sensatez e prudência.
A internet e o tsunami chamado “rede social” nos obrigam a aprendermos quase que na mesma freqüência de sua evolução. Precisamos estar à altura dos debates e do nível das crianças, dos jovens e dos adultos que encontramos em sala de aula. Hoje, o aluno sai de casa e deixa em seu quarto o seu “fiel professor”. E com os argumentos construídos com ele debaterá com o professor de carne e osso na sala de aula. O professor, por sua vez, terá feito o mesmo. E como ficam as “fake news” e as verdades perante ambos se as raias que a dividem são quase invisíveis?
O nosso genial – e nordestino – educador Paulo Freire, em Educação e atualidade brasileira, escreveu demoradamente sobre a educação crítica. E o que é isso diante do atual momento? Lembre-se que esse notável educador, reconhecido no mundo, escreveu muito sobre a educação pela amorosidade. E o que isso pode significar nos dias atuais, nesse momento pautado por ódios de todas as espécies?
O que precisamos dizer aos alunos do ensino infantil? O que precisamos dizer aos alunos do ensino fundamental? O que precisamos dizer aos alunos do ensino médio? O que precisamos dizer aos alunos universitários? Nossa responsabilidade é monumental, e cabe-nos o espírito de justiça e amor, mesmo sendo mal interpretados. Não importa. As verdades aparecem pós-turbulência.
As transformações de ordem geral acontecem a olhos vistos e muitas vezes assustam até os mais experientes. O que era de última geração há um ano, hoje é antigo. Mas pessoas são pessoas. História é história. Serenidade é a palavra do presente.
Ainda sobre Paulo Freire, em Pedagogia da esperança, ele escreveu: “(...) estou convencido da importância da urgência da democratização da escola pública, da formação permanente de seus educadores e educadoras entre quem incluo vigias, merendeiras, zeladores. Formação permanente, científica, a que não falte, sobretudo o gosto das práticas democráticas, entre as quais a de que resulte a ingerência crescente dos educadores e de suas famílias nos destinos das escolas...”.
Embora escrito há 30 anos, é atualíssimo, pois muitas instituições de ensino não vivenciam a plenitude da democracia. E o clima atual prenuncia uma espécie de fascismo que coloca em perigo a Educação, cujos educadores precisam ter consciência absoluta. Consciência histórica para trabalhar esses assuntos. Educação é uma peça libertária. É a excelência do conhecimento, portanto não pode ter limites, tampouco sinonímias bélicas.
Precisamos entender que nunca a educação brasileira precisou parar tanto para pensar. No turbilhão desse atual momento os ânimos estão aflorados de todas as partes. Há ódios entre familiares, entre igrejas, entre órgãos públicos, entre amigos, enfim o hoje se chama ódio. E “messias” costumam surgir exatamente nesses momentos, como já tivemos exemplos há trinta anos.
Nada é melhor e maior que a liberdade e a democracia, portanto aprendamos e reaprendamos à luz da história e dos currículos. Assim construiremos melhor o ensino e promoveremos melhor a aprendizagem.
O insigne psicólogo bielorrusso Vigotsky nos disse que “A educação pode ser definida como sendo o desenvolvimento artificial da criança. A educação não se limita somente ao fato de influenciar o processo de desenvolvimento, mas ela reestrutura de maneira fundamental todas as funções do comportamento”. Precisam mais palavras?
Diante desse dispositivo – que não se aplica apenas a criança, mas aos adultos – como fica o professor? Deve se preocupar unicamente com a educação sistematizada, ignorando a educação da vida, a educação social do aluno, os comportamentos sócio-políticos?
Estamos num novo tempo e não podemos nos “antiguisar”. Não podemos retroceder. As realidades mudam a cada segundo, assim como o próprio planeta, e cabe-nos entender as evoluções com sabedoria e serenidade.
Há anos a educação vem sendo maltratada. O próprio valor do PIB que o diga. Mas ninguém atira pedras em árvores secas. Só a educação possui o poder – através dos professores – de mudar o mundo para melhor. É exatamente por isso que a Educação e os professores são tão maltratados.
Só a educação permite dignidade. Só a Educação mata as fomes as sedes do Mundo. Por isso é tão postergada em detrimento das conveniências de muitos dos que fazem o poder.
É justamente nesse ponto que me recordo Cèlestin Freinet, o excepcional educador francês que, acredite, há quase cem anos, trouxe a imprensa para a escola, para a sala de aula. Isso é excepcional e revela o quanto somos contraditórios diante da ideia de se colocar nevoeiros dentro das escolas ao invés de luzes. Isso é excessivamente moderno quando olhamos a imprensa “fake news”. Também não me refiro à imprensa do laissez-faire. Longe dela. Vejam como as nossas responsabilidades são grandes no caudal dessas ebulições. Mas esse é o nosso papel. Olhar, entender e construir o conhecimento.
Abramos os nossos corações para a verdade. E quem nos ensina isso é a própria nossa conterrânea Nísia Floresta Brasileira Augusta. Professora, por sinal! Ícone da liberdade e dos direitos humanos. O que ela estaria dizendo hoje para nós? E para os nossos alunos?
Para quê maior inspiração no dia dos professores? Ela, que antes de a princesa Isabel nascer, já gritava aos sete cantos: “liberdade aos escravos!” Ela, que mesmo antes de os escritores indianistas serem de fato indianistas, questionava a identidade dos nossos irmãos índios, donos verdadeiros dessas terras. Selvagens? Civilizados? (Ela perguntou isso). E assim surgiu a primeira feminista do Brasil.
Nada mais significativo, nesse momento, que lembrarmos o famoso psicólogo francês Jean Piaget, o qual lutou a vida inteira contra as instituições e os preconceitos intelectuais de sua época. E são tais preconceitos que incentivam todos os demais.
O filósofo alemão Hegel, cuja obra é inspiração para todas as áreas do conhecimento (ele conseguiu esse prodígio) disse que o homem cria seu conhecimento e sua razão. Pronto! Nesse dia do professor, nesse nosso dia, olhemos para os nossos derredores, olhemos para dentro de nós, olhemos para o Brasil e reflitamos quão magnânima é a nossa missão de educar.
Eduquemos pela liberdade e pelos direitos iguais, pela amorosidade, pela justiça, pela democracia, sem temer. Aos olhos atuais, as palavras do Nosso Grande Mestre Jesus Cristo, se assemelham. Não sintamos heróis, mas professores educadores.
Vale a pena educar pela liberdade.
Educação é libertação.
Alysgardênia de Fátima Cavalcanti Marques Peixoto Freire – Pedagora, especialista em orientação educacional (UFPB); Teóloga, especialista em Bíblia (Instituto de La Sale – São Paulo), professora aposentada, ex-professora no Colégio Marista de João Pessoa e Natal, Escola Yayá Paiva e ex-diretora da Escola Maria Regina de Macedo Leite, ambas em Nísia Floresta.
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
PROFESSORA MARINEIDE E SUA RELAÇÃO COM OS IDEAIS DE NÍSIA FLORESTA
Autor: Luiz Carlos Freire
O
propósito de evocarmos nomes de personagens da história torna-se louvável -
creio - quando o associamos ao presente. Quando interagimos o episódio ou a
figura ilustre a fatos do hoje, ou a pessoas atuais, que têm alguma relação ao
objeto aventado, a persona notável
adquire visibilidade inteligente.
É com
essa visão que, hoje, ao comemorarmos a data do aniversário de nascimento de
Nísia Floresta Brasileira Augusta, lembro-me de Marineide Freire, ou melhor, a
professora Marineide Freire, de Tororomba.
Tororomba,
um pequeno distrito de Nísia Floresta, região metropolitana de Natal,
distando-se 42 km dessa capital, possui quase tudo para impedir que seus
nativos alcem voos, mas não foi assim para a professora Marineide Freire.
Algumas
pessoas nascem e crescem sem se aperceber dos seus derredores. Muitas vezes a
incapacidade de notar as diversas problemáticas sociais, na qual muitas vezes
ela própria é vítima, torna-a um ser vegetativo, que passa a vida a contemplar
das janelas as mesmices e os nadas. Sua vida é o seu quintal.
Conheci
essa nisiaflorestense quando ela ainda não era universitária. Era uma pessoa
alegre, comunicativa, extrovertida e agradável. Uma vez ela me procurou na EMYP
para pedir algum material sobre a nossa Nísia. Disse que todos diziam que eu
possuía informações mais substanciais sobre o assunto. Atendi-a de pronto e
ficamos amigos, vamos dizer assim.
Certo
dia ela contou-me, feliz, que estava cursando Artes na Universidade Potiguar
(UNP). Como uma das minhas formações é nessa área, fiquei feliz e coloquei-me à
disposição para o que ela precisasse em termos de livros ou alguma orientação.
Até brinquei com Marineide, dizendo: “veja só, você buscou uma área na qual a
nossa Nísia era mestra; ela era apaixonada pelas artes e as descrevia como se
fosse uma artista de fato”. Ela quis saber porque eu disse aquilo e lá fomos
nós mergulhar nos escritos de Nísia.
Os
anos se passaram e ela findou desenvolvendo o seu estágio na EMYP. Foi uma
excelente profissional. Cheia de ideias, sempre pedindo opinião, sonhando mil
projetos... Logo ela se formou e integrou o quadro de professores municipais.
Ao mesmo tempo associou-se ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Nísia
Floresta, fundado pelo professor João Anastácio (salvo engano), tornando-se sua
diretora.
Em
pouco tempo ela evoluiu a olhos vistos. Muito consciente dos problemas sociais
de seu município, muito interessada em mudar a realidade do marasmo e do
ostracismo em que se encontrava a “terra do camarão”, enfim interessada em
interferir no cenário. E, curiosamente, sempre ela me abordava, perguntando
algo mais aprofundado sobre Nísia Floresta.
Certo
dia surgiu na cidade uma emissora de rádio comunitária muito curiosa: a “Rádio
Baobá”. Funcionava num moderno prédio construído pela escritora Angélica Timbó.
A referida emissora tinha uma linha interessante. Todas as pessoas que chegavam
ali, falavam. Óbvio que não era uma bagunça, como é de se supor. Tinha uma
regra, mas era literalmente uma rádio popular. Todos os assuntos iam a público.
E lá estava Marineide Freire engajada na “Rádio Baobá”, planejando mil coisas.
O
tempo passava e a cada dia ela ampliava o seu rol de amigos, inclusive pessoas
de outros municípios, com outras bagagens, enfim agigantavam os seus sonhos e
horizontes. A cada ano ela dava um salto positivo enquanto ser humano, enquanto
mulher, enquanto ser pensante e crítico.
Marineide
Freire não era mais a pessoa olhando da janela e vendo as bananeiras em
sucessivas safras. Ela se destacava assim como Nísia Floresta se destacou. Creio
que a nossa Nísia exerceu nela uma forte inspiração. Sua inteligência
fervilhava e ela não conseguia mais ficar parada.
Em
pouco tempo Marineide Freire estava envolvida em tudo, reuniões disso, daquilo
e daquilo outro, sempre de maneira destacada e com opinião própria. Não era
muito amante dos poderosos. Isso se tornou claro desde o início. E pudera. Não
combinava a uma personalidade tão esclarecida e insubmissa os moldes típicos
tradicionais, ou seja, o formato autoritário dos que fazem o poder nas cidades
interioranas. Isso é comum até mesmo nos lares, imagine no poder público.
Uma
vez ela me disse que não queria ser conduzida por lideres que tinham como
principal objetivo podar as pessoas. Por isso negou dar as mãos aos tais. Era
realmente uma mulher que passou a entender a liberdade na sua acepção plena. E
só assim ela alçaria voos altaneiros lentamente.
Uma
vez, num grande evento cujo nome da intelectual Nísia Floresta foi citado, ela
pediu a palavra e disse “quem aqui conhecia Nísia Floresta antes de Luís Carlos
Freire colocar os pés nessa em nossa cidade e inventar mil formas de falar
dela? Tudo o que aprendi sobre Nísia Floresta devo a ele, tudo o que nós daqui
sabemos, devemos a ele”.
Creio
que houve certo exagero, mas aquilo me marcou muito pela gratidão, pelo
respeito. Principalmente porque muitos fazem o contrário. Acredito que a
construção do parecer que ela me deu decorreu exatamente pela multiplicidade de
eventos que eu fazia sobre a nossa Nísia. E isso marcou-a. Creio.
Não
me lembro exatamente o dia e o ano que ela deixou de voar, mas foi um dia
cinza. Dia chuvoso e frio.
A
notícia chegou-me com as mais variadas interpretações e até mesmo sentenças. O
meu pai sempre disse que quando conhecemos verdadeiramente alguém o defendemos
até o fim. Uma das sentenças criadas sobre o triste episódio chocou-me de tal
forma que senti vontade de falar por ela.
É
inacreditável como muitos de nossos semelhantes são capazes de aventar ficções
absurdas sobre outrem, inclusive até “amigos” dela, pessoas que a conheciam há
muito mais tempo que eu. E que deveriam tê-la defendido.
Já
que falamos também de Nísia Floresta, cuja pessoa foi alvo das mais absurdas
sentenças, Marineide Freire viveu o mesmo. Nísia Floresta não teve quem a
defendesse em seu tempo, portanto eu não quis que isso se repetisse com aquela
professora respeitável, cuja inteligência se abria como a mais perfumada das
flores, defendendo a educação e a cultura, prometendo muito para a sociedade
nisiaflorestense.
Durante
a celebração da missa de encomenda de corpo, pedi a palavra e de maneira serena
e consciente, falei por ela, defendendo a sua moral, a sua idoneidade, a sua
respeitabilidade.
Hoje,
passados tantos anos do episódio, resolvo soprar a poeira que encobre o seu
nome e a sua história. E o faço para sensibilizar as novas gerações, para que
elas se lembrem de valorizar as pessoas visionárias e abnegadas iguais a ela. E
aprendam a proclamar apenas a verdade.
Talvez
você pense. Mas o que ela tanto fez? O cerne da questão não é matemático. É
reconhecermos o que ela pensava fazer por Nísia Floresta e não pôde, justamente
no momento que mais estava pronta intelectualmente.
Mas
na vida temos que estar prontos para tudo, e não cabe a nenhum ser humano
julgar as demais pessoas envolvidas nessa história, pois quem sabe o seu vôo
foi interrompido justamente pelos criacionismos, pelas ficções já tratadas
nesse texto.
Enfim
a nossa mestra se foi, mas embora pareça contraditório, PERMANECEU por sua
história, cuja síntese pode ser resumida numa só palavra: CORAGEM. E coragem é
para poucos, num cenário onde a maioria cede às hipocrisias. Boa parte quer o
colo do Poder Público, ao invés de lutar contra suas mazelas e transformá-lo
plenamente num veículo cidadão e de excelência, juntando-se às pessoas que
possuem o mesmo espírito de Marineide e Nísia Floresta. É mais fácil ser igual.
E
mais uma vez recordo Nísia Floresta, cuja síntese também era CORAGEM. Essa
coragem está em falta em muitos panoramas brasileiros, pois parte considerável
de seus atores sociais acha o bastante o uso de maquiagens sociais, alimentando
o âmago dos poderosos a troco de meros centavos, mesmo vendo os descasos para
com os mais diversos públicos. Principalmente o pobre. Marineide Freire, hoje,
é exemplo, pois condenava engodos, e nunca se curvou a quem não se curvava aos
pobres.
FONTE: http://nisiaflorestaporluiscarlosfreire.blogspot.com/
quarta-feira, 11 de abril de 2018
ELEIÇÃO DA DIRETORIA DO SINTE RN
Hoje pela manhã um grupo de educadores representando o Núcleo de Nísia Floresta composto pelo professores Rosenildo, Ivanilde, Conceição, Clélia, Marinete e o Coordenador Josivaldo estiveram na assembleia geral do Sintern na ASSERN onde foi apresentada as chapas da Comissão eleitoral que ficará responsável pelo processo da eleição da diretoria da entidade.
Passado a votação elegemos a chapa 1 com a maioria dos votos. Essa chapa composta por companheiros de luta q irá encaminhar todo processo da eleição 2018 como determina o Estatuto do Sintern e como consta no edital a eleição acontecerá dia 11 de junho. Logo teremos informações da organização do processo q ocorrerá em todos os municípios do Estado do RN. Parabenizamos a Comissão eleita e nós colocamos a disposição para colaborar com o processo.
A Coordenação do Sinte Nísia Floresta.
A Coordenação do Sinte Nísia Floresta.
terça-feira, 27 de março de 2018
INFORMES:
Segundo informações da Secretária de educação do município o reajuste do Piso Salarial do magistério no valor de 6,81% será implantado na folha de março com retroativo do mês de janeiro e em abril o retroativo de fevereiro. A data de pagamento ainda não foi confirmada pelo Executivo municipal. Essa vitória se dar ao esforço e empenho da direção do Sinte Nísia Floresta e do Sintern através do Diretor de Comunicação Miguel Salustiano em cobrar do Prefeito desde janeiro a implantação desse reajuste. Depois de muita luta do Sinte junto ao Executivo o e Legislativo o projeto de Lei foi aprovado na Câmara municipal de Nísia Floresta no dia 03 de março.
Diante a atual situação dos municípios que até o momento não tem pago o Piso Salarial e outros se encontram em greve, o município de Nísia Floresta apresentou essa informação que estamos no aguardo do pagamento. Com relação as demais pautas de reivindicações iremos discutir em audiência com o Prefeito em breve como também confirmou a Senhora Secretária de Educação. Os pontos são: Gratificações dos títulos dos educadores, mudança de nível, gestão democrática, deslocamento, disponibilidade do representante sindical e etc. Continuamos na luta em defesa dos nossos direitos.
A Coordenação Sinte Nísia Floresta
A Coordenação Sinte Nísia Floresta
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